Não precisamos compreender, bastar respeitar.

Já pensaram como seria bom que os momentos tristes da vida, durassem o mesmo tempo que arrancar um penso rápido de uma ferida?

Dói naquele momento mas depois passa.

Infelizmente a dor é um tema com o qual todos nos identificamos.

Nenhum humano pode passar neste mundo sem sofrer algum tipo de dor, nem mesmo aquelas pessoas que acreditamos terem uma pedra no lugar do coração.

Da mesma forma nenhum de nós pode realmente compreender a dor dos outros, se não viver a mesma situação.

Ontem perdemos o Felpz e dói como se arrancassem de nós um membro do corpo a sangue frio.

O Felpz era um gato incrível.

Mesmo.

Quando o vi a primeira vez achei que ele era igual ao Gandhi, com as suas pernas fininhas e desengonçadas J

Quando a minha irmã o recebeu de presente, todo um mundo novo surgiu, por causa daquela criatura pequenina, que em pouco tempo nos arrebatou a todos.

Gostava mesmo de conseguiu partilhar tantas coisas que vivemos com ele, mas confesso que não está fácil.

O Felpz teve uma vida pequenina, mas incrivelmente feliz, primeiro porque conheceu o amor da minha irmã e depois passou os últimos anos a viver com o amor dos meus pais.

Um sortudo.

E todos nós sortudos por o termos conhecido.

Como disse inicialmente, nem sempre conseguimos compreender a dor uns dos outros, mas há uma coisa que podemos e devemos fazer, que é respeitar a dor uns dos outros.

Não era apenas um gato.

Era o Felpz.

Tinha 5 anos.

Era parte de nós e será sempre parte de nós, como o Negrito, o Nicolau, os Tuckys, o Pantufa e a Flor, serão sempre parte de nós.

Acreditamos que foi muito feliz connosco. Garanto que fomos imensamente felizes com ele.

L.O

Anúncios

pobre mundo este

35634122_10210062402111287_8286765177131499520_n

73 anos não é assim tanto tempo para que o mundo tenha esquecido o que aconteceu nos campos de concentração nazis e feche agora outra vez os olhos ao que está a acontecer nos estados unidos!

verdade seja dita, que não espanta. O mundo anda de olhos fechados permanentemente:(

senão vejamos:

  • Relatório das nações unidas  mostra que 815 milhões de pessoas passam fome no mundo. 815 milhões!!

 

  • em 2017 a unicef alertou que havia 1,4 milhões de crianças em risco de morrer de fome nos meses seguintes e que no final do verão de 2017  20 milhões de pessoas morreriam à fome em quatro países.Bolas! o que andamos a fazer?? 1.4 milhões de crianças a morrer à fome!!

E a Síria? :(((

E agora isto.

Desde Abril deste ano, mais de 2.300 crianças foram separadas dos seus pais, desde que a administração Trump implementou a política de imigração “tolerância zero”, que prevê que todos aqueles que forem encontrados a entrar ilegalmente nos EUA serão detidos e as crianças que os acompanhavam ser-lhes-ão retiradas.

Destas 2.300 crianças que foram retiradas aos pais, mais de 100 tinham menos de quatro anos de idade. As crianças que são retiradas aos pais ficam preventivamente num armazém ou numa tenda, junto das autoridades da fronteira. Há relatos das condições desumanas em que estas crianças são mantidas, enquanto há quem assegure que as mesmas são bem tratadas, desementindo os relatos que dizem que ficam trancadas entre grades.

E andamos nós tão atarefadinhos, preocupados com os saldos e com o nosso vizinho que trocou de carro e agora o dele é melhor que o nosso e etc etc etc.

Como pedir perdão a estas crianças por viverem num mundo tão imbecil :((((

Infelizmente, não há muros suficientemente altos para impedir a estupidez humana.

L.O

http://www.sabado.pt/mundo/america/detalhe/papa-mama-o-ultimo-grito-de-quem-e-separado-dos-pais

Sempre!

Seja qual for a pergunta..

Nos dias felizes..

Nos dias difíceis..

Na conquista de sonhos..

Na dor que nos deixa a alma dormente e o coração partido..

Na dúvida..

Na certeza..

Nos abraços onde nos escondemos tantas vezes para chorar..

Nos sorrisos que partilhamos com as pessoas que são o lugar onde podemos e queremos sempre voltar..

Nos nãos que Deus nos dá..

Na espera..

Na esperança..

Na decepção..

Não devia existir outra forma de viver, a não ser, com esta certeza.

L.O

Sobre os que partem, mas muito mais sobre os que ficam.

Nunca fui boa com partidas.

Lembro-me de em criança sofrer com a ausência do meu pai, sempre que viajava.

Eram poucos os dias, mas nunca fui boa a lidar com a ausência dos que me são preciosos.

Ao longo da nossa vida, todos nós vamos acrescentando pessoas na nossa caminhada.

Temos a família, os primeiros a preencheram a nossa vida e, se de uma família boa se tratar, aqueles que sempre nos acompanharão e que são os nossos essenciais.

Depois os amigos e conhecidos da infância, os da escola, do trabalho, os amigos de amigos, os amores, os que não acrescentaram nada à nossa vida ou que ainda nos fizeram perder, aqueles que surgiram como lição, os que nos ensinaram, aqueles a quem ensinamos.

Se fizermos o exercício de olhar para a nossa vida e fizermos um balanço, serão mais os que permanecem ou os que partiram?

Não falo nos que partiram porque morreram. Falo nos que partiram, porque não quiseram ou não souberam ficar; nos que partiram, porque não mereceram ficar; nos que partiram porque não os soubemos cativar para ficarem ou apenas não soubemos cuidar.

As pessoas são complicadas, que é o mesmo que dizer que cada um de nós é complicado.

Somos todos feitos de medos, de fragilidades, de sonhos, de pesadelos, de risos, de lágrimas de ganhos e perdas.

Somos calmaria em alguns dias e tempestade noutros.

Somos mágoa e dor, mas também alento, e aconchego.

Somos tolerância num dia, impacência noutro.

Somos assim, inconstantes.

É por isso que lidar uns com os outros, é talvez das coisas mais dificeis de aprender.

Mas as pessoas aprendem-se, devagarinho, com paciência e calma. Porque quando as aprendemos, aprendemos também sobre nós mesmos.

Não somos perfeitos, apesar da grave tendência que todo o ser humano tem em achar que, apesar disso, somos sempre um pouco melhor que o outro.

O que nos esquecemos é que todas as pessoas que se cruzam no nosso caminho são importantes, umas para benção outras para lição.

Infelizmente, por vezes, temos de subtrair algumas dessas pessoas.

Umas vezes para o nosso bem, outras para o bem delas.

Já perdi algumas pessoas que não queria.

Outras felizmente para mim já nem lembro que existem.

As pessoas são difíceis e eu também sou.

Mas talvez seja esse o fascinio da coisa.

Se fosse fácil, que graça teria?

Se fossemos todos iguais, se concordássemos em tudo, se quiséssemos as mesmas coisas e sonhássemos os mesmos sonhos, não seria um tédio?

Comigo caminham todos os que eu quero e me querem e estou grata a cada pessoa que permanece.

Muitos ou poucos, realmente não importa.

Importa o que sentimos sobre cada uma das nossas pessoas.

Importa o que estamos dispostos a aprender, a viver, a sacrificar e a ousar por cada uma delas.

Importa que estejamos dispostos a largar os nossos cavalos de batalha, que tantas vezes nos fazem esquecer que ser feliz é muito mais importante que ter razão.

E se não são pessoas para nós, então importa que tenhamos a coragem de dizer adeus, sem olhar para trás.

Precisamos aprender a perder e desistir de vez em quando.

Precisamos aprender a largar em vez de agarrar, quem não quer ficar.

Acima de tudo, precisamos aprender a não ter medo de seguir em frente.

Somos todos pessoas, uns dos outros, uns para os outros e uns pelos outros.

L.O

19743109_21JsS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parar, respirar e olhar em redor.

É em momentos de tormenta e dor que colocamos mais perguntas.

Talvez a mais comum seja

-porquê? ou porquê a mim?

Não entendemos, ficamos com raiva e às vezes, perdemos a fé, por sentirmos que as nossas orações não foram ouvidas.

Algures, perdidos no meio do nosso desespero, da nossa dor ou angústia, agarrados ao que não tivemos, ou ao que nos aconteceu, esquecemos de olhar à nossa volta.

Albert Einstein disse que há apenas duas maneiras de viver a vida: a primeira é vivê-la como se os milagres não existissem. A segunda é vivê-la como se tudo fosse milagre.

Infelizmente nem sempre vivi a minha vida como se tudo fosse milagre.

Permiti algumas vezes que a minha tormenta me fizesse esquecer de olhar à minha volta.

Quando parei e olhei, facilmente percebi que milagres acontecem todos os dias.

A bondade das pessoas, que nos momentos que mais precisamos estão lá.

Pequenos gestos feitos por pessoas que nem sequer conhecemos, mas que no momento certo e mais preciso, Deus coloca na nossa vida.

Os que nos amam, apesar de não ser fácil amar os outros, apesar do mau feitio que temos, apesar de nem sempre merecermos ser amados, e ainda assim, essas pessoas permanecerem.

O perdão para as nossas falhas.

O suave sussurrar do vento nas àrvores.

O doce chilrear dos pardais.

O sol.

O sorriso de uma criança que nos momentos mais sombrios, nos faz sorrir também.

Parar e olhar à nossa volta e ver que tudo é uma forma de Deus nos mostrar que não estamos sós, por pior que possamos estar ou por maior que seja a dor.

Deus salvou-me duas vezes de morrer.

Uma no meu nascimento, outra quando tinha 7 anos.

Em momentos mais dificeis, questionei se teria sido a decisão acertada.

No trilho que acredito que Ele traçou por mim, tomei a decisão de escolher atalhos em vez de seguir a estrada principal e isso fez com que tenha sofrido algumas consequências menos boas.

Ainda assim, continuei a sentir a mão ternurenta de Deus a levantar e sustentar-me.

Milagres, estão em toda a parte, apesar de teimarmos em não os vermos.

Teimamos em correr, em fazer tudo depressa.

Andamos inquietos e ansiosos por tudo e por nada.

Queremos mais, quando o que temos é tanto e mais que suficiente!

E esquecemos de ser gratos.

Então, às vezes, Deus permite que coisas menos boas, nos façam parar, acalmar, respirar fundo, olhar à nossa volta, olhar principalmente para cima e recomeçar!

E aí, o milagre acontece:

Deus transforma o mal em bem.

Da dor, renasce a esperança.

Renovam-se os afetos.

A dor, faz-nos colocar tudo em perspectiva e perceber que às vezes só precisamos de olhar a vida de um ângulo diferente e aí sim, entenderemos que tudo é um milagre e que para tudo há um propósito.

L.O

Uma história de amor

Quem não gosta de histórias de amor?

O post de hoje não é sobre uma história de amor.

O post de hoje é sobre a mais bela, incrível, verdadeira e perfeita história de Amor.

Um amor escrito há mais de dois mil anos.

Um amor completo e real.

Um amor provado com um preço demasiado alto.

Um amor, provado numa cruz de madeira.

Um homem.

Que não tinha porque morrer, mas escolheu morrer, apenas por Amor.

Deu vista aos cegos, aos coxos fez andar.

Curou enfermos.

Sorriu.

Chorou.

Sofreu.

Por mim.

Por cada um de nós.

Por todos aqueles que o receberam em euforia dias antes daquele momento em que enfurecidos gritavam:

Cruxifica-o! Cruxifica-o! Cruxifica-o!

Um homem.

Mas não um homem qualquer.

O Filho de Deus.

Aceitou, em silêncio, o castigo e a dor que não lhe pertencia.

Por Amor.

Amor.

Amor.

Amor.

Um homem, que sabia para o que tinha nascido e aceitou,

Por Amor.

Prometeu que jamais nos deixaria.

E cumpriu.

A rude cruz de madeira, está vazia.

O túmulo frio, está vazio.

O meu Jesus, que me ama, mesmo sem eu ser merecedora, está VIVO.

Ressuscitou, três dias depois daquele fatídico dia em que, por minha causa, por tua causa, foi traído, maltratado, humilhado, desprezado, chicoteado, cuspido, rasgado e morto, pregado numa cruz.

O meu Jesus, aceitou calado.

Por Amor.

Não mereço, mas Ele escolheu Amar-me primeiro.

A cada um de nós.

Não acreditares, não muda a história.

É real.

E a páscoa é sobre este Amor, pelo qual devemos ser gratos, porque não o merecemos.

L.O

tumblr_m064xuzukr1qgedfzo1_500.jpg

 

 

 

 

Amor=Pai

Em Portugal comemora-se hoje o Dia do Pai.

Dia difícil este de se viver nas redes sociais.

A felicidade dos afortunados que ainda têm pai a seu lado, contrasta de forma gritante e dolorosa, com os que perderam os seus, ou os que têm pais que se esquecerem de o ser.

A felicidade contagiante de quem é pai contrasta, de forma dolorosa, com a tristeza dos que não conseguem ser pais.

Sou uma das afortunadas que ainda tem o pai pertinho e tenho a consciência da sorte que tenho, por ainda o poder abraçar, ver sorrir, rir com ele, dizer o quanto o amo e o quanto sou abençoada por o ter.

Mas também sou filha, esposa, prima, sobrinha e amiga de pessoas que já perderam os pais.

Hoje o meu coração carrega a doce gratidão e admiração pelo amor e presença do homem maravilhoso que é o meu pai.

E hoje o meu coração, carrega também a dor dos que amo, que já não têm o pai perto. Um dia, se eu não partir antes, também vou sentir a dor que esmaga o peito e que nos deixa vazios.

Por isso, não quero perder oportunidades. Todas elas, sejam de 5 minutos ou um dia inteiro. Seja um almoço ou um telefonema! Por cada oportunidade de o ouvir e abraçar, sou grata!

Hoje é apenas mais um lembrete de que, nada é garantido e que quando deixamos passar uma oportunidade, nada nos garante que tenhamos outra.

Ao meu pai.. Obrigada. Por dares, a mim e à mana, o melhor de ti e por todos os dias, desde o primeiro dia das nossas vidas, nos presenteares com o melhor do mundo: o teu amor e o teu tempo para nós.

O nosso amor é para ti.

L.O

o-sonho-de-um-pai

 

A menina que queria ter olhos azuis

Nasceu o 16 de dezembro de 1867, na Irlanda do Norte.

Era a mais velha de sete irmãos e um dos maiores desejos que tinha era ter os olhos azuis como a restante familia.

Todas as noite nos seu quarto, Amy Carmichael pensava, como seria mais bonita se tivesse olhos azuis em vez dos seus olhos castanhos.

Desde tenra idade que a pequena Amy ouvia falar sobre o Amor de Deus. Sabia que Ele viera do céu à terra para morrer numa cruz por pelos pecados da humanidade e que tinha ressuscitado dos mortos. Amy ouvia isto todos os domingo, na igreja e também em sua própria casa, onde todas as noites a sua família se reunia para orar e ler a Bíblia.

“Deus responde sempre às orações”.

Amy tinha ouvido muitas vezes a mãe dizer isto. Então, uma noite, antes de dormir, Amy orou e pediu a Deus para que os seus olhos castanhos se tornassem azuis. Nem por um segundo Amy duvidou que na manhã seguinte os seus olhos estariam da cor pretendida, porque, tal como a mãe sempre dizia, Deus responde sempre às orações.

De manhã, feliz, pulou da cama. Correu desesperada para no espelho.

Olhos azuis?! Não! Era o mesmo par de olhos castanhos que, agora tristonhos, refletiam-se no espelho. Não havia acontecido nada! Deus não respondera à sua oração! Tinha orado tanto… tinha sido boazinha, crera em Deus com tanta fé e, ainda assim Ele não lhe deu olhos azuis. Amy não conseguia aceitar nem compreender. Chorou, desapontada por ter percebido que às vezes Deus responde não aos nossos pedidos.

Os anos passaram e Amy nunca mais recordou este episódio.

Quando se tornou numa jovem mulher, viajou para a Índia, como missionária. Mal chegou àquele país, ficou ansiosa para aprender a língua e assim  falar às pessoas do Deus vivo que dera o Seu Filho para morrer numa cruz, por amor a elas.

Depressa percebeu que a India era um lugar cheio de mistérios.

Um desses mistérios que tanto a inquietava, era o que se passaria dentro dos templos.  É que os estrangeiros eram proibidos de entrar nos templos e lugares de adoração pagãos.

Amy não conseguia deixar de pensar nisto.

Foi então que teve uma ideia. Passou óleo no corpo e pó de café, para ficar com o tom de pele das indianas. Depois vestiu-se com as vestes típicas do país e um pano a cobrir a cabeça.

Olhando para o espelho, Amy quase acreditou que era indiana, mas será que conseguiria enganar os guardas que estavam nas portas do templo?

Quando os outros missionários a viram, acreditaram que era possível que Amy conseguisse enganar os guardas.

–  Sabes Amy, nenhum de nós poderia tentar o que tu estás a tentar porque os nossos olhos azuis nos iriam denunciar!Mas tu, como tens olhos castanhos, consegues ficar parecida com uma indiana – disse um deles.

Olhos azuis, pensou Amy!!

De repente lembrou-se de quando era criança e da oração que tinha feito a Deus a pedir uns olhos azuis!

Agora entendia perfeitamente porque os seus olhos eram castanhos: ela iria precisar deles para o seu disfarce. De facto, Deus tinha dado a melhor resposta. Amy sabia que uma estrangeira, de olhos azuis, não ousaria entrar no templo, mesmo tentando se disfarçar com pó de café e vestes típicas. Se tentasse, estaria a arriscar a sua vida.

E assim foi que, entrando nos templos da Índia, descobriu algo terrível, que era uma prática nessa cultura. Muitas crianças eram vendidas para os sacerdotes nos templos, para se casarem com ídolos de pedra. As crianças eram feitas prisioneiras, tiradas das suas casa e famílias para sempre! Como os ídolos eram de pedra, elas passavam a pertencer aos sacerdotes que cuidavam do templo, sendo suas escravas! As inocentes crianças eram preparadas para uma vida de sofrimento, escravidão e violência. Crianças tratadas como animais selvagens!

Então começou o trabalho de Amy na índia, o resgate dessas crianças dos templos e da escravidão.

Amy Carmichael livrou centenas de crianças, as adotou e criou um lar em Dohnavur, um abrigo onde os pequenos encontravam amor e salvação. Também trabalhou na evangelização de mulheres, escreveu livros e influênciou a vida religiosa e social de toda a Índia. Por sua causa, a escravidão das crianças em rituais pagãos naquele lugar foi proíbida.

 Viveu 55 anos na Índia, morrendo aos 83 anos.

L.O

2c9141907ee78b1eb032e1e9f9d06108